terça-feira, 13 de março de 2018

Que filme

Nem dá para acreditar como está a ser atrapalhado este processo.
Ontem, dia de retomar as injeções - entre as 18 e as 20 - tínhamos optado por dar a injeção às 20 por ser a hora em que estou sempre com o meu marido e é ele quem me dá as injeções. Às 20:20, estou eu a lavar a loiça do jantar quando me lembro - rápido, anda dar-me a injeção!! Não sei como foi possível esquecermo-nos!
Corremos para o quarto, e com a atrapalhação geral, a seringa já preparada cai ao chão. Ficamos a olhar um para o outro e para a seringa. Se não fosse um medicamento tão caro e difícil de obter deitava fora a seringa e preparava outra. Assim sendo... apanhámo-la do chão, limpámos a agulha com o toalhete de álcool, e pronto, injetado. Não há de ser nada.
Não bastasse esta confusão toda, o marido anda lesionado das costas e ontem foi ao médico que lhe receitou um relaxante muscular. Toma o comprimido com o jantar e só depois de toda esta história da injeção (uma meia hora depois) resolve ler a bula do medicamento. Entre a lista de horrores habitual, consta a possibilidade de causar mutações no esperma. Ficámos pálidos. O marido foi forçar o vómito para a casa de banho, mas ficou na incerteza se o comprimido já teria sido absorvido ou não.
Estou a tentar ligar para o hospital mas ainda não consegui.
Caramba... desta vez parece que está tudo a correr mal.
A minha esperança é que acabe bem, depois de tanta peripécia.

3 comentários:

  1. Caramba! Mesmo um filme, há alturas em que parece que tudo acontece! Espero que no final destas peripécias corra tudo muito bem! Força nisso! Beijinhos

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  2. Obrigada Meninas, o médico descansou-me bastante em relação ao medicamento. Não há de ser nada.

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