No meu local de trabalho, tínhamos um gato comunitário.
Quando ele apareceu, ponderei trazê-lo para casa. Comprei uma transportadora e tentei que ele entrasse. Ele não quis. E eu aceitei a escolha dele. Ficou o gato comunitário, que todos alimentávamos e que se passeava pelos corredores e dormia na mesa de algumas funcionárias quando estávamos lá, e ficava fora do edifício, mas no jardim quando não estávamos.
Na sexta-feira, não estava lá. Foi atropelado.
E eu fiquei a pensar no que teria acontecido se, naquele dia, ele tivesse entrado na transportadora. Vou ter saudades.
Estas foram as últimas fotos que lhe tirei. A pedir festas junto à minha secretária, este junho. :(
E, por estas e por outras, é que eu não poupo na vedação e nas portas para a casa nova. Não sei o que fazia se fosse um dos meus meninos.
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segunda-feira, 20 de julho de 2015
sábado, 13 de junho de 2015
quinta-feira, 4 de junho de 2015
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