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quarta-feira, 2 de maio de 2018

Alta!

Hoje foi o dia da tão aguardada consulta do H. Guimarães.
Estava nervosa, apesar de tudo, embora tivesse visto o feijãozinho ainda há poucos dias. Nunca se sabe... Mas estava, para já, tudo bem. E, como esperava, tivemos alta. Agora podemos ser acompanhados fora do hospital, normalmente. É um passo importante. Agora, se tudo correr bem, só devo voltar ao Hospital para entregar os formulários da PMA preenchidos e mostrar o rebento, daqui a muitos meses. Deus queira! Não terei saudades dos tempos passados lá, mesmo que seja grata pelo que lá aconteceu.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Dia de consulta

Obrigada pelas mensagens de apoio. Na verdade ainda não me sinto de parabéns. Tenho tanto medo.
Hoje é dia de consulta na minha Ginecologista do privado. Algo pelo qual que me deram nas orelhas quando avisei no hospital que iria fazer (da próxima não aviso). Não consigo perceber. Ok, só tenho consulta no público dia 2. Tenho que respeitar os prazos do público e esperar, claro. Agora, nada me impede de, entretanto, ir procurar o apoio que tarda no público a outro lado. Estou a precisar de ouvir de um médico o que acha disto tudo. Até que ponto posso descansar ou não. Vejam bem que desde a transferência não voltei a falar com um médico nem a ter uma consulta - desde dia 29. Está quase a fazer um mês.
Sei que nunca serão respostas definitivas - essas só depois das 12 semanas ou nem aí - mas alguma resposta, de um profissional qualificado e não da internet, e dos fóruns de grávidas. No hospital só dizem que não se sabe - nem explicações, nem hipóteses, mais nada. Ora, não saber, já eu não sei sozinha, e isso deixa-me passar tudo e mais alguma coisa pela cabeça. O que me atormenta (mais) o coração é a incerteza e o medo. A informação que possa ir tendo entretanto ajuda a controlar um pouco a ansiedade. A ausência de informação é insuportável - por isso não aguentaria passar este tempo todo sem repetir o teste e sem uma opinião médica.
Foram mais de 6 anos de espera por este positivo. 6 anos durante os quais tudo o que podia correr mal, correu mal. Desilusões em cima de desilusões. E agora um positivo (o primeiro da minha vida) que ainda não consegui gozar, porque nem lhe chamaram positivo - chamaram-lhe inconclusivo. Nunca usaram a palavra gravidez. Nesta que estávamos a decidir que seria a última tentativa. A minha última hipótese de ter um filho biológico. Não me levem a mal se quero com todas as minhas forças que esta minha pequena esperança viva, e se a ideia de isso poder não acontecer me dilacera as entranhas.

quinta-feira, 19 de abril de 2018

terça-feira, 17 de abril de 2018

Choosing hope

No meio de tudo, e apesar do que isso custa, estou a escolher ter esperança. Estou a escolher acreditar que desta vez vai correr bem. Estou a escolher confiar.

Marquei consulta na minha Ginecologista no privado, dia 23. A espera sempre fica um pouquinho menor do que até dia 2 de maio. Vamos ver o que ela terá a dizer; talvez nessa altura se consiga perceber mais alguma coisa. E até lá vou rezando, muito.
Se esta criança nascer e for menina vai se chamar Rita, em honra de Santa Rita de Cássia - está decidido.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

600

O valor aumentou, mas parece que não tanto quanto devia.
Vou continuar na dúvida e na insegurança e a portar-me o melhor possível.
Ecografia dia 2.

De novo a espera

Estou à beira de um ataque de nervos...
Já fiz a colheita. Agora aguardo a resposta, que desta vez já deve ser conclusiva.
Nada de mestruação até hoje, e o ligeiro spotting parou. Talvez possam ser boas notícias.

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Inconclusivo

E agora? O que é que eu faço à minha vida. O valor deu muito baixo - 68. Posso ter tido um aborto. Pode ser uma gravidez bioquímica. Ou pode, quem sabe, ser um sim.
Vou repetir a análise na segunda-feira.

Carga de nervos

Fui fazer o Beta HCG esta manhã.
Estou que não posso.
Nos últimos dias perdi um coágulo e tenho tido um ligeiro spotting o que não me parece muito bom indício. Por outro lado, foi a primeira vez que sequer cheguei ao dia do teste. Todas as outras vezes menstruei antes do dia marcado para o Beta.
E agora roer as unhas até poder saber o resultado.

quinta-feira, 29 de março de 2018

Muito desiludida

Não têm sido dias fáceis.
Acabo de fazer a transferência de 2 embriões - um B e um C.
Em 7 ovócitos tivemos 7 embriões. Destes, um B, 2 C, e o resto D.

Estou sem grandes esperanças.

quinta-feira, 15 de março de 2018

E pronto, é isto.

Em modo almofada de alfinetes.

(Daqui)
E a ansiedade de saber como se estão a comportar os folículos a aumentar.

terça-feira, 13 de março de 2018

Que filme

Nem dá para acreditar como está a ser atrapalhado este processo.
Ontem, dia de retomar as injeções - entre as 18 e as 20 - tínhamos optado por dar a injeção às 20 por ser a hora em que estou sempre com o meu marido e é ele quem me dá as injeções. Às 20:20, estou eu a lavar a loiça do jantar quando me lembro - rápido, anda dar-me a injeção!! Não sei como foi possível esquecermo-nos!
Corremos para o quarto, e com a atrapalhação geral, a seringa já preparada cai ao chão. Ficamos a olhar um para o outro e para a seringa. Se não fosse um medicamento tão caro e difícil de obter deitava fora a seringa e preparava outra. Assim sendo... apanhámo-la do chão, limpámos a agulha com o toalhete de álcool, e pronto, injetado. Não há de ser nada.
Não bastasse esta confusão toda, o marido anda lesionado das costas e ontem foi ao médico que lhe receitou um relaxante muscular. Toma o comprimido com o jantar e só depois de toda esta história da injeção (uma meia hora depois) resolve ler a bula do medicamento. Entre a lista de horrores habitual, consta a possibilidade de causar mutações no esperma. Ficámos pálidos. O marido foi forçar o vómito para a casa de banho, mas ficou na incerteza se o comprimido já teria sido absorvido ou não.
Estou a tentar ligar para o hospital mas ainda não consegui.
Caramba... desta vez parece que está tudo a correr mal.
A minha esperança é que acabe bem, depois de tanta peripécia.

segunda-feira, 12 de março de 2018

É hoje

Hoje foi dia de voltar ao Hospital. E hoje, será dia de arrancar com as injeções de Menopur.
Só volto lá na próxima semana. Já preparei o primeiro frasquinho e logo à noite o maridão retoma o papel de enfermeiro de serviço. Agora é esperar para ver como respondem os ovários e o pobre do endométrio.

sexta-feira, 9 de março de 2018

Altos e baixos


Fui fazer uma análise mal cheguei ao hospital que iria definir se começaríamos hoje com as injeções, ou não. Depois de stressar bastante para o fazer - agora o hospital arranjou um «capanga» mal encarado que trata mal toda a gente para organizar as filas de realização de análises - estive à beira de me passar com o homem, lá segui para a consulta.
A médica, de poucas falas, não gosta do que vê na ecografia. Diz-me que quase de certeza que vamos adiar. Não vai ser hoje que começamos - tanto que marcou consulta para de hoje a uma semana. Mesmo assim, pediu que ligasse para o serviço depois do meio dia para saber o que indicava o resultado da análise. Comecei logo a pensar que o ciclo ia ser cancelado e a entrar em espiral. Já estava a pensar o que havia de fazer aos medicamentos que tenho no frigorífico, agora que não os iria usar - já que foram tão caros, ao menos que servissem a alguém. Ando a ter pesadelos com isto. Sonho que me esqueci de tomar alguma coisa, ou tomei mal, e por isso vamos ter que cancelar. A ansiedade anda a dar cabo de mim.
Lá esperei ansiosa pela hora h, e liguei. Diz-me a enfermeira que tudo dependeria do facto de menstruar ou não e pediu que avisasse quando menstruasse. Em função disso, poderia ser chamada mais cedo, ou então mantínhamos a consulta da próxima sexta-feira. Desanimada liguei ao marido e continuei com a minha vida a refazer novamente planos com uma semana de atraso (isto anda-me a complicar severamente a vida profissional - não consigo marcar nada porque nunca sei quando terei que ir ao hospital, quando será a punção, etc.). E eis senão quando as dores de barriga que andava a sentir se intensificam e resolvo ir à casa de banho -  meia hora depois do telefonema, acabo por menstruar. Já há muitos anos que não me lembrava de sentir alívio com a chegada da menstruação, que normalmente é tão má notícia!
Com novas informações, volto a ligar para o hospital.
Conclusão: na segunda-feira volto às análises (vamos a ver se é desta que peço o livro de reclamações) e à consulta. Pode ser que comece antes de sexta-feira as injeções.

Wish me luck, e se acreditarem, rezem por nós. Estamos a precisar.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

E pronto

Implante de Zoladex aplicado.


(Olhem só que simpático o tamanho da agulha, em comparação com uma agulha de diâmetro normal).
Parece que a fase de estimulação da ovulação só vai começar daqui a 15 dias. Tenho aqui a barriga a incomodar, mas não foi nada que não se aguentasse. Falta ver o tipo de sintomas que causa.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

É já amanhã

que embarcamos nesta nova viagem. Mais um tratamento a arrancar. Desta vez, vamos fazer um ciclo longo, e por isso amanhã vou ao hospital colocar um implante assustador, que para mim é novidade.
Torçam muito por mim, que vou precisar.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Novidades fresquinhas

Então...
No campo da adoção continua tudo parado.
No campo da infertilidade, estou a começar um novo ciclo de tratamento. E finalmente, foi identificado um problema - que até pode não ser A causa da infertilidade, mas certamente explica alguma coisa. Adenomiose. E à conta disso, o protocolo de tratamento vai ser diferente do anterior para tentar preparar o útero o melhor possível para a implantação.
Então, quase 2 anos depois, vamos a mais uma voltinha, mais uma viagem.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Tenho andado calada

E a razão é mesmo falta de notícias. Estamos bem dentro do túnel. Silêncio total.

Tenho andado tão imersa no trabalho que nem consigo pensar em nada, mas hoje, antes de uma reunião, tive uma pausa. Passei por aqui, passei por alguns blogues com lutas parecidas. E fiquei com o coração apertado outra vez.

Ao fim de 5 anos, não dá para continuar a fazer a vida girar a volta da infertilidade. Nem sequer da adoção. A vida vai continuando. Mas de vez em quando, lá está ela, à nossa espera, para nos ensombrar o dia.

Acreditem que esta viagem não é nada suave.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Da outra caminhada

(fonte: http://radiomaededeus.com/site/wp-content/uploads/2017/03/doiscaminhos.jpg)

Depois da última reflexão que partilhei aqui convosco, e com o peso do aniversário, acabei por ligar para o Hospital e perguntar se era normal ainda não ter sido novamente chamada. Estava convencida que tendo passado tanto tempo devia ter havido algum extravio do postal e que teríamos faltado a alguma coisa e sido retirados da lista.
Disseram-me, para minha surpresa, que a lista de espera no hospital aumentou muito e que por isso é normal ainda não termos sido chamados. E mais, que possivelmente poderemos ser chamados nos próximos tempos.
Quer dizer então que a outra caminhada pode não estar ainda encerrada. Seguimos, então, pelos dois caminhos.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

36

Fiz, por estes dias (já alguns, o tempo passa depressa), 36 anos.

Fez nesse dia exatamente um ano que fiz a transferência de embriões. Foi um aniversário bem diferente deste.
Passou mais um ano, sem notícias do hospital.
Passou mais um ano, e para quem é infértil e passou a barreira biológica dos 35, um ano é uma eternidade.
Passou mais um ano... e não me atrevo a ligar para saber se se perdeu alguma carta ou não nos chamaram mesmo. E não sei se quero que nos chamem. Não sei se quero saber. Não sei se quero voltar a passar por tudo outra vez. E não ser chamada é uma forma de adiar a decisão. De decidir não decidir.
Fechar portas é duro.
E neste ano, o processo já é outro, e também esse é lento e sem respostas. Entramos na fase do silêncio. Terminadas as avaliações, só silêncio e espera.

Estamos à espera.
À espera de uma carta.
À espera de um telefonema.

Há outras coisas, entretanto, na espera. Não há apenas vazio e silêncio. Há trabalho, e vida, e stress, e família, e casa e as coisas do costume. Muitas coisas. Mas não deixa de haver a espera, o vazio, o silêncio, preenchido de muita coisa.

terça-feira, 14 de julho de 2015

Hoje foi dia de consulta

Mas estou tão cansada, que prefiro mostrar-vos coisas boas. Já tenho (quase) escadas, e as paredes já levaram a primeira de-mão de tinta!


A nossa «cozinha velha» avança :)

E as portas já estão no lugar, os postes para colocar a rede a toda a volta do jardim já foram entregues (ainda não estão é no seu lugar, em cima do muro), em suma, as obras vão avançando bem.