domingo, 31 de maio de 2015

E o churrasco/aniversário


A família do marido ficou encantada com a casa.
Tirando atrasos - deixar a montagem da churrasqueira para o próprio dia não terá sido uma ideia brilhante - foi tudo bem. Já conhecemos dois dos vizinhos e pareceram simpáticos.

Falta agora o meu lado da família conhecer a casa nova.

Hoje, há um encontro de Lego em Paredes de Coura, mas não sei se teremos energia para tanto. Dizer que estou cansada é suavizar a coisa!

Bom fim de semana!!

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Achados em feiras de velharias

O prometido é devido. Aqui fica um achado que fiz já há algum tempo numa feira de velharias. É um conjunto de café em faiança, que não está marcado mas parece Sacavém, dos anos 70.

Gostam?


O Eddie e o Ozzy também quiseram cheirar!

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Plano para sábado

Pois é, uma vez que o marido fez 30 anos no dia 25 - o dia da escritura - e que nesse dia não houve tempo nem energia para comemorar, estamos a preparar uma festinha no sábado na casa nova. Vamos a ver como corre.
Vamos ser 13 pessoas e a casa ainda não tem nada (NADA) lá dentro!

A ideia é fazer um churrasco e apresentar a casa aos pais, irmãos, cunhada, sobrinhos e amigos mais chegados do marido, e claro, soprar as velas.

Comprámos:

14 cadeiras destas:

3 mesas destas:


Uma churrasqueira parecida com esta:

E pronto. Vamos a ver se com boa vontade, pratos e copos de plástico, umas febras, picanha, feijão preto, pimentos assados, salada verde, salada de batata, cervejolas frescas e caipirinha mantemos toda a gente feliz!

quarta-feira, 27 de maio de 2015

A polémica do anexo SS

Pois é - o meu IRS voltou à estaca zero.
Não sei se fiz bem, se fiz mal, mas partilho a informação com quem possa estar na mesma situação. Neste momento, parece que passou a ser obrigatório preencher o anexo SS, mesmo quando já se desconta para a Segurança Social pelo trabalho dependente (e consequentemente não se paga segurança social pelos recibos verdes).

Vejam bem se poderá ser o vosso caso, porque ainda estão a tempo de entregar a declaração rectificativa.

Mais informações aquiaqui e aqui.

terça-feira, 26 de maio de 2015

Pequenos prazeres

Hoje reguei as plantas da minha nova casa :)


Sim, é oficial. Comprámos a casa, e temos um jardim, água e electricidade ligadas e uma mangueira, para evitar que as plantas morram entretanto.
Têm sido uns dias perfeitamente loucos, mas felizes.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Uma pausa para visitar a Braga Romana

 Música e animação

O cantinho das tropas romanas, com roupas, armas e armaduras.

Mais, aqui. http://bragaromana.cm-braga.pt/

E agora, back to work.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Vida real



Não tem havido novidades em termos de coisas de casa. Estou de volta do trabalho e de avaliações e esta casa está o caos - imaginem o que é uma casa com 3 gatos que não é aspirada quando devia... na época do ano em que eles perdem mais pelo... estão a ver? Pois, é isso mesmo.

Só para dizer que a vida real é assim. Não sou perfeita. Nem sequer ando lá perto. Os dias não são todos de passeio. Às vezes corre tudo lindamente, as coisas andam nos eixos e até aparecem umas ideias engraçadas. Outras vezes, mal dou conta do trabalho, quanto mais da casa!

Esta semana nem fiz menu. Até tenho uma lousa das antigas, toda gira, que comprei para o efeito,  dentro do saco em que veio! Imaginem que, para facilitar fiz um grande assado (lombo de porco, com sementes de erva doce, massa de pimentão e massa de alho, sal, cerveja e forno com ele) que para nós os 2 dará 2 almoços e pelo menos 1 jantar (com sorte 2!). Já tenho alface lavada e seca no frigorífico (preparo-a mal chega do Prove), por isso é só temperá-la e preparar um arroz ou batatas. Assim, perco menos tempo na cozinha e não recorremos a subterfúgios menos saudáveis (Telepizza é o pecado cá em casa, quando não há tempo e sobretudo paciência - tento que não seja muitas vezes!).

Outra confissão: como ando a tentar esvaziar a arca e a despensa para as mudanças, começo a ficar sem ideias e sem muitas alternativas. Eu sei que estou mal habituada a ter muita variedade em casa, mas a verdade é que a inspiração anda em baixo. Mas felizmente, a arca também!

E a casa nova? Ainda não sei!! Supostamente a escritura seria dia 25, mas ainda não tenho confirmação.

Boa semana pelos vossos cantinhos!

terça-feira, 19 de maio de 2015

Crónica de um fim de semana bem passado

Sábado, e depois do pequeno almoço que viram, rumámos a Pontevedra, via estradas nacionais. Um passeio bem agradável, com a companhia de uma amiga espanhola que está a passar uns meses em Portugal.

Aqui estão os nossos pezinhos junto a um dos sinais do Caminho de Santiago.


Uma praça onde esplanadámos, em Pontevedra.


 
Jantámos maravilhosamente (pulpo, huevos rotos e empanada de zamburriñas).

Domingo, fomos a Vila Nova de Cerveira onde assistimos a um encontro de automóveis clássicos e passeámos um pouco. No regresso ainda parámos em Viana do Castelo para comer uma Bola de Berlim!









E agora, é hora de voltar ao trabalho!

sábado, 16 de maio de 2015

Começar bem o fim de semana

Hoje foi assim:


Sumo de laranja natural,
Estas panquecas,
Café e
Maple Syrup.

Adoro estes pequenos almoços - mas são coisa para fins de semana calmos como este, não para todos os dias!

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Feiras de velharias e antiguidades



E se eu vos disser que o meu novo hobbie...é ir a feiras de velharias e antiguidades? Tanto eu como o marido somos fãs! E ele é um ótimo negociador/regateador (eu, nem por isso).

A partir deste calendário, fui descobrindo uma série de feirinhas que têm justificado passeios de fim de semana e (nem sempre) algumas compras fabulosas!
Querem que vos mostre os meus achados?

Outras fontes de informação sobre feiras:
Mariana & Clementina
Ver Portugal

quarta-feira, 13 de maio de 2015

domingo, 10 de maio de 2015

A espera

Imagem de: http://unveiledwife.com/what-is-love-series-love-is-patient/

Já o escrevi mais de uma vez e sinto-o com enorme intensidade - a infertilidade é um jogo de espera.
Primeiro, a espera que acontecia a cada mês, que o ciclo (não) se completasse e que esta fosse a nossa vez.
Mês, após mês, a resposta não chegava. Às vezes - e com a desordem hormonal causada por anos a tomar a pílula - até esse «Não» se fazia esperar. Havia um atraso, depois outro, e de cada vez a dúvida, a esperança, a possibilidade, e os testes sempre negativos, com uma única risca a gritar a solidão e o vazio que se começavam a fazer notar. Muitas vezes chorei sozinha na casa de banho, muitas vezes maldisse o funcionamento normal do meu corpo que me dizia novamente que nenhuma vida estava a caminho.
Depois, perceber que não adiantava apenas esperar, e que estava na hora de procurar ajuda. Esperar mais, esperar pelos exames. Esperar por consultas. Esperar entre consultas. Esperar por respostas. Esperar entre cada alteração da medicação para a tiróide para repetir análises. Análises invasivas e pouco invasivas, mas sempre pessoais porque se relacionavam com o mais íntimo que pode haver entre um casal. E também os resultados se fizeram esperar - tudo normal, muito bom aliás, e um diagnóstico por exclusão: Infertilidade inexplicada.
Para uma control freak como eu, habituada a prever, a organizar, a controlar, era o derradeiro desafio. A impotência, a inutilidade de qualquer esforço, a necessidade de aceitar que não tenho controlo sobre o meu corpo e o que ele, aparentemente sem motivo, se recusa a fazer.
Depois, o início dos tratamentos. Foi só nessa altura que nos demos permissão para deixar de tentar. Baixar os braços e aceitar que, naturalmente, não ia acontecer. E viver os meses, os períodos férteis e os «Nãos» com mais naturalidade. Deixar de chorar na casa de banho. Mas no interregno da espera, chegam os meses de tratamento e com eles a inevitável esperança e o regresso da ansiedade, e o regresso dos «Nãos», ainda mais intenso do que antes.

No entretanto, ao longo da espera, alguma coisa aconteceu.
Alguma coisa mudou em mim.

E entra aqui a fé.
Como crente que sou, todo este processo ganha outras tonalidades.
Se no início era o «Não» que se sobrepunha a tudo e que era enfrentado com o meu «Porquê», pouco a pouco fui deixando de lutar. Nunca consegui pedir a Deus um filho - peço sim que seja feita a Sua vontade. Porque admito que não sei, nem tenho que saber, o que é o melhor. Porque admito que a infertilidade e a espera já me enriqueceram, apesar da dor, ou precisamente devido a ela.
 - deram-me a certeza da força do amor que vivo com o meu marido, e que por todos os gestos e todas as palavras, ao longo de já mais de 3 anos, esteve comigo neste caminho da infertilidade. É uma certeza e uma confiança que 20 anos de facilidades nunca nos dariam. Não posso exprimir a gratidão e a profundidade deste sentimento.
 - deram-me uma nova proximidade com Deus. No meio da dificuldade, quando tudo o resto falhou, voltei-me para Ele. A resposta não mudou. Talvez nunca mude. Mas a forma de a sentir, o Amor e o apoio que recebo - porque já antes me eram dados mas não os queria receber - mudam tudo.
 - deram-me (ainda estão a dar) a oportunidade de aprender a confiar e a abandonar-me. A não tentar planear tudo, a ter a humildade de admitir que os meus planos de pouco valem. E de que os meus planos podem não ser o melhor.
 - deram-me maior sensibilidade em relação aos sofrimentos dos outros, maior compaixão, um coração mais generoso.
 - deram-me a certeza de que se algum dia for mãe, seja biológica ou não, serei uma mãe infinitamente melhor do que se não tivesse tido esta espera.
 - deram-me uma nova perspetiva sobre as prioridades e o que realmente conta.

O amor é paciente.
O amor espera.

E se a espera for sempre culminada com um «Não», quero saber que pelo caminho tive tantos outros «Sins», que soube aceitá-los e agradecer cada um deles.

E aqui fica um texto muito interessante sobre a espera, para quem gostar de ler inglês. E outro,que me tocou imenso e explica tão bem o que sinto a este respeito.

sábado, 9 de maio de 2015

Um exemplo

Aqui fica uma imagem do meu menu da semana passada, com direito a alterações (veja-se o dia do frango que podia ser salada ou fricassé e que acabou por ser lasanha de frango).


sexta-feira, 8 de maio de 2015

Os legumes

Já ouviram falar do Prove?
É uma cooperativa de produtores que entregam cabazes de frutas e legumes em diferentes pontos do país. Vale a pena espreitar o site deles, aqui.

Uma vez que se baseia em redes locais de produtores, cada local de entrega terá o seu modo de funcionamento e até os seus preços.
Onde resido, pode aderir-se a um cabaz grande (10kg) ou pequeno (7kg) semanal ou quinzenalmente. Cá por casa escolhemos o cabaz pequeno quinzenal, e chega-nos. O cabaz fica por 7€! A qualidade é ótima e a variedade também.


Nunca sabemos o que vai fazer parte do cabaz - há aquilo que a terra estiver a produzir - mas costuma vir sempre alguma fruta e legumes suficientes para uma sopa e vários acompanhamentos. É uma maneira de comer legumes locais, sazonais, variados e ajudar a economia local.

Nota: Quando trago a cesta para casa, costumo branquear e congelar os legumes de folha para não desperdiçar nada.

Esta semana vieram alguns cogumelos frescos e favas. E o resultado? Claro que o planeamento de refeições se adapta ao que vem do prove.

Frango primavera


pernas e coxas de frango
1 cebola
1 tomate maduro (ainda tenho congelado do verão)
favas
cogumelos frescos
batatas novas muito pequeninas, com casca mas bem lavadinhas
1 cenoura
Azeite e sal

E é só! Alourei o frango, quase sem pele, em primeiro lugar. Depois juntei os restantes ingredientes e deixei cozinhar em lume muito brando numa panela de tampa bem pesada, que veda bem. Não juntei água, nem temperos porque os legumes libertaram bastante água e a frescura dos ingredientes dispensava qualquer outro elemento.

Deu um jantar, e no dia seguinte um almoço, agora acompanhado com polenta.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

IRS 2014


Já fizeram as declarações de IRS?
Como tenho atividade aberta como independente, só entrego a declaração em Maio. Costumo entregá-la logo no dia 01/05 mas este ano estive fora e só o fiz depois de regressada a casa, no dia 3/05.
Neste momento já está considerada certa. Vamos ver como evolui o reembolso, que com a compra da casa será particularmente bem-vindo!

Deixo-vos alguns links úteis:

- Sigo sempre o tempo de reembolso dos outros contribuintes através do site A nossa vida. Para quem entregou em maio, o tópico é este e para quem já entregou em abril, é este.  Quem é amiga, quem é?

- Convém sempre esclarecer dúvidas e ter a informação mais atualizada sobre o que se pode descontar e como, etc. Algumas fontes que costumo consultar são:

Economias - http://www.economias.pt/devolucao-do-irs-em-2015/ (e muitos outros artigos);
Deco Proteste - http://www.deco.proteste.pt/dinheiro/impostos (tem até um programa que pode ajudar!);
Saldo Positivo - http://saldopositivo.cgd.pt/cinco-passos-para-preencher-declaracao-de-irs-em-30-minutos/;
Pedro e o Blog - http://www.pedropais.com/ .

Boas declarações (e reembolsos!!)

Quem quer o ficheiro de planeamento do menú?



Resolvi criar um separador (vejam, por favor, no topo da página) para arquivar ficheiros.
Encontram lá o ficheiro que uso para o planeamento semanal das refeições e o documento de organização das limpezas da casa, mas espero em breve enriquecer esta página.
Os ficheiros são bem simples - afinal, a ideia é poupar, não é gastar «rios» de tinta de cor!
Espreitem!

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Ementas semanais - o regresso e a estratégia atual



No que diz respeito ao planeamento das refeições, não faltam sistemas, esquemas e estratégias. Já usei várias, e provavelmente voltarei a usar, mas neste momento, estou a usar um procedimento muito simples.
Como estou a planear mudar de casa - ainda não sei quando será a mudança uma vez que estamos à espera de fazer a escritura e ainda teremos obras para fazer - uma das minhas prioridades é comer o que tenho em casa, particularmente na arca congeladora que está CHEIA!! E estão a imaginar a chatice que será mudar uma arca tão grande cheia de comida?
Então, adotei o seguinte procedimento:
No início da semana, trago uma gaveta (vazia) do congelador (combinado) comigo para perto da arca. Escolho 5 elementos de proteína, procurando variar diferentes carnes e peixes e coloco-os na gaveta. Escolho ainda alguns complementos que possam fazer falta: tenho sempre legumes e sopas congeladas, e tiro as quantidades necessárias para a semana. tiro também uma sobremesa, para um dia em que nos apeteça ou tenhamos visitas (gelado, strudel, etc); E pronto, a gaveta volta para o seu lugar e não volto a abrir a arca (a menos que haja algum esquecimento) durante o resto da semana!

Depois é só distribuir os alimentos pelos dias da semana e pensar em refeições em que sejam aqueles os ingredientes principais.

Neste processo, tenho alguns cuidados:
 - Os dias não I - penso como vai ser a minha semana e tento escolher uma coisa fácil para os dias em que já sei que vou estar cansada ou vou chegar tarde a casa;
- Os dias não II - Outra possibilidade para dias complicados é planear, na véspera, alguma refeição que sobre e seja boa no dia seguinte: um assado, ou uma carne picada, um guisado, etc. Assim, nesse dia já estará meio caminho andado. 
- Refeições rápidas - tenho sempre uma ou duas refeições rápidas em mente, para o caso de haver algum imprevisto durante a semana (bacon para fazer uma carbonara, migas de paloco ou mistura de marisco para fazer um arroz de bacalhau ou de marisco num instante, sem precisar de descongelar...).
- E os outros dias? - Porquê 5 proteínas quando a semana tem 7 dias? Para deixar um dia para sobras, e outro para inventar qualquer coisa com o que há na despensa e no frigorífico, pelo menos e evitar assim desperdícios. Para as quantidades que aqui em casa comemos e cozinho, as 5 refeições costumam chegar, e se não chegarem, tenho sempre os recursos que antes referi (refeições rápidas). 

E por fim - o planeamento não fica «escrito na pedra». Se houver alguma alteração - porque vem alguém jantar, ou porque não me apetece alguma das refeições, ou porque os legumes que tenho em casa «pedem» para fazer outra coisa (isso dará outro post)... altero. Por exemplo, tinha previsto fazer bacalhau à brás na semana passada, mas como tinha muitas sobras de pão, o bacalhau passou a açorda.

Bom planeamento!

terça-feira, 5 de maio de 2015

Magicando ideias


Este blogue chegou a um daqueles pontos em que alguma coisa tem que mudar. Com o meu regresso a casa, em fevereiro de 2014, o tempo e a atenção que lhe tenho dedicado diminuíram muito e o blogue acabou por se tornar em pouco mais que um relato dos nossos tratamentos. E como não foi essa a intenção com que foi criado, acabei por não investir também nessa dimensão.

Por outro lado, tenho algumas ideias e projetos que me interessam e que acho que seriam muito mais interessantes para um blogue (este, ou outro):
 - Cuidar da casa - decoração, organização, dicas de limpeza, trabalhos manuais, jardim, etc. - com a casa nova terei muitos projetos e tarefas a fazer e muito para aprender que poderei partilhar convosco.
- Cozinha - «freezer cooking», planeamento de refeições, e até mesmo receitas - é uma área em que ando a fazer experiências e que poderá também interessar a mais pessoas
 - Finanças Pessoais - relaciona-se com as duas áreas anteriores, mas engloba também dicas de poupança e outras dicas importantes.

Não sou especialista em nenhuma destas áreas, mas tenho-me esforçado por ir aprendendo e penso que seria útil encontrar estas ideias organizadas num sítio só. Ao mesmo tempo, também acho que o facto de estar eu mesma a aprender pode ser bom - em vez de apresentar uma espécie de ideal difícil de atingir, interessa-me partilhar os avanços que vou fazendo, apesar de ter uma vida preenchida, com os problemas reais de toda a gente e sem talentos extraordinários nesta área.

O que vos parece?

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Só para animar

A vista da minha futura casa
:) Está cada dia mais perto.

Cá vamos nós outra vez

Desta vez o período de espera foi mais curto. Já estou novamente a fazer medicação para iniciar uma nova tentativa. Será, em princípio, a última IIU. Se não funcionar devemos passar para FIV.
Já se sabe que o jogo de expectativas neste processo é o mais difícil - não tenho muita esperança que funcione, e é melhor não alimentar mesmo muitas esperanças, para evitar desilusões maiores que as inevitáveis. Por outro lado, há sempre alguma esperança, senão ninguém se submetia a isto!

A boa notícia é que a espera foi breve, e estamos (mais uma vez) a fazer o que podemos - um tratamento. O resultado? Só Deus sabe se algum dia será diferente do que foi ao longo destes já mais de 3 anos de infertilidade.