sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

É já amanhã

é já amanhã... é já amanhã...

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

consequências médicas da mudança

Com a mudança cada vez mais próxima, uma das coisas que me tem estado a incomodar é a questão dos médicos.
Uma das novidades da minha vida pós-infertilidade é a frequência com que vou ao médico, faço exames, e o número de médicos de que dependo. Aqui em Lisboa, tinha a coisa encaminhada. Tinha a minha GO, que me atendia no consultório privado e no H. Luz (onde contava, um dia, dar à luz a eventual criança), a especialista em infertilidade, e a endocrinologista. E estava contente com o atendimento de cada uma delas. Tinha um plano mais ou menos definido quanto a coisas médicas com o qual estava confortável.
Agora mudo de volta para Braga. A minha antiga GO, de quem gosto muito, dá consultas numa clínica que não me oferece segurança para eventualmente dar à luz - tenho que encontrar outra. Quando morava em Braga não era seguida, nem em medicina da reprodução, nem em endocrinologia, e por isso preciso de encontrar novos profissionais das duas áreas. Ainda me queria por em lista de espera de um hospital público para medicina da reprodução, à espera de uma ICSI ou FIV que são demasiado caras no particular. Estas coisas andam-me a dar um nó na cabeça, e preparo-me para recomeçar uma série de conversas desconfortáveis e quem sabe exames, all over again.



Dei hoje um primeiro passo. Fui ao site da Sociedade Portuguesa de Medicina da Reprodução, e constatei que em Braga só há uma clínica privada de infertilidade. Marquei uma consulta para dia 20 de fevereiro com a Dra. Isabel Reis, que também é chefe da unidade de medicina familiar do Hospital de Guimarães. E vamos ver para onde vamos a partir daqui.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

De novo

em viagem
Foi um fim de semana intensíssimo. Duas idas ao IKEA. Comprar estantes. Carregar estantes. Descarregar estantes. Montar estantes. Ah, e as portas das estantes também. Mas ficaram prontas. Uma parede inteira forrada de estantes iguais e com portas (espero eu que) à prova de gatos. Ficou a sala quase pronta. A casa, ainda está tão longe de estar pronta que nem quero pensar em tudo o que falta fazer até acabar esta fase de mudanças, e depois, a fase de arrumações e organizações profundas que tem que acontecer. Mas é a nossa casa, e a cada pormenor que construímos (com as nossas mãos e pernas e costas, e dores) fica mais nossa e mais quase pronta à nossa espera. Fevereiro está quase aí. E com ele a mudança, de gatos e bagagens.
E depois disso tudo e de mais 350Km no domingo, eis que segunda venho para fora. Para trabalhinho extra, que tinha jurado não repetir. Mas que desta é que é mesmo a última vez, nem que seja por força da mudança que se avizinha. E então, de hoje a quinta, ando fora de casa, sozinha, a ficar em mais um quarto de hotel.
Eu e o marido já estamos juntos há mais de 6 anos, mas continua-me a custar estar longe dele. Dormir longe dele. Somos daqueles casais que ninguém adivinha que são casados e não recém casados. Não é que não goste do meu tempo e do meu espaço - gosto. E gosto de silêncio e de solidão e de momentos só meus. Mas ao cair da noite, só queria estar no sofá enroscada com ele. Nem que fosse a ver qualquer coisa parva na TV, ou ao computador. Não gosto de quartos de hotel anónimos, sem ele. Faltam 3 noites e 3 dias para voltar.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Um dia de sol radioso :)

E eu ando dedicada a arrumar coisas para mais um dia de mudanças e a tentar secar roupa e a tentar trabalhar. Calhou mesmo bem - porque fazer estas coisas com chuva seria bem pior! Espero que amanhã continuemos com esta sorte.