Bem, ontem o marido encheu-me a cabeça por causa das despesas:
- o planeado robot de cozinha,
- a desejada arca congeladora,
- mas sobretudo as despesas correntes que descarrilam sempre. Raro é o mês que não termina no vermelho - ou seja, com um raid às poupanças. Já aqui falei disso - há sempre alguma despesa extra - ou é um dos carros que precisa de pneus ou óleo, ou o IMI, ou o seguro, ou....
E tudo isso é verdade, mas o certo é que é dificil cortar. Até podemos guardar essas compras grandes para outra altura, mas o importante mesmo são as despesas diárias.
E então, baseando-me nos «super avarentos» vou tentar implementar uma semana sem gastos - uma semana em que não se gasta mais dinheiro que o estipulado. Os seja, as contas continuam a ser pagas, claro. Continuamos a almoçar fora (o marido sempre, eu, só 1x/semana). Mas nada de outros gastos - nem sequer no supermercado.
Não deve ser impossível, porque tenho sempre a despensa e o frigorífico bastante bem recheados. Com algum esfoço, até gastamos aquelas comidas que já estão no congelador há algum tempo.
Vamos a isto!
domingo, 29 de setembro de 2013
E por aqui... Trabalha-se
Sou contra trabalhar ao fim de semana. Afinal, o tempo para estar a dois é pouco e se não se aproveita rapidamente vira nenhum.
Mas hoje teve de ser. Recebi sexta à noite (e li ontem) quatro belos mails, com 55 belos anexos... que tenho que rever até... hoje à noite. Yupi.
E não se esqueçam de votar. É hoje!
Mas hoje teve de ser. Recebi sexta à noite (e li ontem) quatro belos mails, com 55 belos anexos... que tenho que rever até... hoje à noite. Yupi.
E não se esqueçam de votar. É hoje!
sábado, 28 de setembro de 2013
Então e a Yammi?
Pois.
Comprei uma yammi. A última disponível no Continente a que costumo ir. Cheguei a casa cheia de vontade de a exprerimentar, e com ingredientes para um bacahau com broa e uma bolonheza no carrinho.
Chego a casa, abro a caixa e fico desconfiada. Então não é que a esferovite já estava meia partida em alguns lugares, e o cartão meio rasgado? Fiquei convencida de que a máquina teria sido devolvida por alguém.
Começo a tirá-la da caixa e... não enconto o copo medidor, que serve também como tampa.
Desiludida, volto à loja. (ou seja, sobe escadas com caixote, desce escadas com caixote...)
Afinal, a tampa estava lá, encaixada na esferovite e por isso não a encontrava.
Volto para casa: volto a subir as escadas com o caixote.
Volto a colocar a máquina na bancada, e agora com a tampinha, preparo-me para a experimentar. Pela primeira vez, ligo-a à corrente.
E a máquina dá erro.
Vejo no livro de instruções: tampa mal fechada. Retirar o copo, voltar a colocar. Faço isso três vezes. À terceira peço ao marido que entretanto tinha chegado a casa. Nenhum de nós consegue que o aviso apague e que a máquina ligue.
Voltei ao continente, para devolver a máquina. Aceitaram-na sem problemas.
O problema... é que era a última. Tive mesmo que devolver e não trocar. Cheguei a casa cheia de fome e sem robot.
Volta a haver yammis a 6 de setembro. Entretanto também perguntei no Pingo Doce e só me souberam dizer que o robot deles chega durante a primeira quinzena de Outubro. É esperar, e já agora, comparar.
Comprei uma yammi. A última disponível no Continente a que costumo ir. Cheguei a casa cheia de vontade de a exprerimentar, e com ingredientes para um bacahau com broa e uma bolonheza no carrinho.
Chego a casa, abro a caixa e fico desconfiada. Então não é que a esferovite já estava meia partida em alguns lugares, e o cartão meio rasgado? Fiquei convencida de que a máquina teria sido devolvida por alguém.
Começo a tirá-la da caixa e... não enconto o copo medidor, que serve também como tampa.
Desiludida, volto à loja. (ou seja, sobe escadas com caixote, desce escadas com caixote...)
Afinal, a tampa estava lá, encaixada na esferovite e por isso não a encontrava.
Volto para casa: volto a subir as escadas com o caixote.
Volto a colocar a máquina na bancada, e agora com a tampinha, preparo-me para a experimentar. Pela primeira vez, ligo-a à corrente.
E a máquina dá erro.
Vejo no livro de instruções: tampa mal fechada. Retirar o copo, voltar a colocar. Faço isso três vezes. À terceira peço ao marido que entretanto tinha chegado a casa. Nenhum de nós consegue que o aviso apague e que a máquina ligue.
Voltei ao continente, para devolver a máquina. Aceitaram-na sem problemas.
O problema... é que era a última. Tive mesmo que devolver e não trocar. Cheguei a casa cheia de fome e sem robot.
Volta a haver yammis a 6 de setembro. Entretanto também perguntei no Pingo Doce e só me souberam dizer que o robot deles chega durante a primeira quinzena de Outubro. É esperar, e já agora, comparar.
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Yammi
No outro dia vi à venda no Continente uma espécie de Bimby, de seu nome Yammy.
Estou há imenso tempo a namorar a Bimby, e fiquei curiosa, mas também com algum receio. O preço é muito convidativo, mas tenho medo que a qualidade ou resistência não sejam as mesmas.
Alguém comprou uma? O que dizem da maquininha?
Beijos!
Estou há imenso tempo a namorar a Bimby, e fiquei curiosa, mas também com algum receio. O preço é muito convidativo, mas tenho medo que a qualidade ou resistência não sejam as mesmas.
Alguém comprou uma? O que dizem da maquininha?
Beijos!
terça-feira, 17 de setembro de 2013
De mala às costas
Estamos cada vez mais decididos. Ainda não é um facto, mas a ideia começa a tomar formas e contornos bastante definidos.
Estamos a pensar seriamente voltar para casa. Sim, para Braga.
E como faríamos isso? Bem - o marido consegue transferência para perto de Gaia. Teria que fazer cerca de 150 km/dia de ida e volta, mas é possível.
Eu: das duas uma - ou consigo transferência para o Porto, ou não consigo. Se não conseguir, teria que vir a Lisboa todas as semanas - é cansativo, mas faz-se.
Fizemos contas, e ainda pouparíamos um bocadinho, mesmo com todos os gastos em transportes - pelo facto de não pagar renda. Pior seria o cansaço. Melhor, seria estar na nossa casa, perto da família e dos amigos.
Tenho dúvidas? Sim. A verdade é que também já tenho amigos aqui, e estou naquela fase em que perco sempre alguma coisa, seja por ir, seja por ficar. E tenho medo do cansaço - de ficarmos os dois em modo zombie de cansaço e não termos tempo nem energia para aproveitar as possibilidades que ganhamos.
Para já, volto a casa na quinta-feira e regresso no domingo. Depois, logo se verá.
Estamos a pensar seriamente voltar para casa. Sim, para Braga.
E como faríamos isso? Bem - o marido consegue transferência para perto de Gaia. Teria que fazer cerca de 150 km/dia de ida e volta, mas é possível.
Eu: das duas uma - ou consigo transferência para o Porto, ou não consigo. Se não conseguir, teria que vir a Lisboa todas as semanas - é cansativo, mas faz-se.
Fizemos contas, e ainda pouparíamos um bocadinho, mesmo com todos os gastos em transportes - pelo facto de não pagar renda. Pior seria o cansaço. Melhor, seria estar na nossa casa, perto da família e dos amigos.
Tenho dúvidas? Sim. A verdade é que também já tenho amigos aqui, e estou naquela fase em que perco sempre alguma coisa, seja por ir, seja por ficar. E tenho medo do cansaço - de ficarmos os dois em modo zombie de cansaço e não termos tempo nem energia para aproveitar as possibilidades que ganhamos.
Para já, volto a casa na quinta-feira e regresso no domingo. Depois, logo se verá.
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