quarta-feira, 29 de maio de 2013

coisas complicadas

As coisas têm andado num turbilhão.
Depois de um fim de semana bom (depois conto/mostro), veio um início de semana realmente mau.
Uma das minhas tias, que mora na região de Lisboa, tentou o suicídio no domingo. Foi precisa a intervenção da polícia e dos bombeiros para a tirar de casa e levá-la para o Hospital. Como a senhora é solteira, teve que vir a minha mãe na segunda-feira, para tratar de tudo, e responsabilizar-se pela irmã. E assim foram os últimos dias: ir para o hospital, falar com médicos, encontrar uma casa de repouso para ela, convencê-la a ir para lá, tratar da casa dela - afinal, havia uma janela partida (pelos bombeiros), e uma entrada fácil na casa, que ficou vazia, esvaziar o frigorífico, copiar chaves, levar-lhe roupas e pertences pessoais para a casa de repouso... Foram dois dias intensos, sempre a andar de um lado para o outro (e embora seja tudo na região da grande Lisboa, com distâncias de mais de 30 Km para cada lugar, e muito que conduzir), muito stress... muito trabalho a acumular-se.
Agora a minha mãe já regressou a casa, e a minha tia está na casa de repouso, medicada. Vamos ver se se adapta bem e aceita permanecer lá, o que seria ótimo. Enquanto isso, quem ficou com as chaves e a responsabilidade da casa dela... eu... que moro mais perto, claro. Ou seja, ainda não posso respirar fundo, mas tenho que regressar à vida e ao trabalho.
É mesmo triste ver o que a doença mental faz a uma pessoa. Andamos todos bastante abalados.


quinta-feira, 23 de maio de 2013

Nova série: Diários da perda de peso 1


O que tem que ser, tem muita força, já a Deolinda o diz.
Não é que não soubesse que tinha engordado. Não é que não soubesse que este sendentarismo todo tem um preço. Sabia. Agora, com as roupas mais leves começava até a sentir-me mal com o que via no espelho. Sou daquelas mulheres que acumulam a gordura toda na barriga e nas ancas e o efeito pneu já se faz sentir. Sabia isso tudo. Mas ainda não estava motivada para mudar.
A verdade é que mudar dá trabalho. Fazer dieta e ir ao ginásio requer tempo para planear refeições, tempo para cozinhar sempre (e nunca recorrer aos take aways), tempo para comer fora o mínimo possível e tempo para ir ao ginásio. E tempo é a coisa que mais falta me tem feito nos últimos meses. Quando tinha, de facto, tempo, só queria pensar em descansar - a prioridade era apenas sobreviver a estes meses caóticos, de preferência sem dar em doida. E foram muitos meses assim - que agora moram no meu pneu.

Mas agora o ritmo abrandou (espero não engolir estas palavras), e lá ganhei coragem para enfrentar o touro pelos cornos. Ir ao ginásio foi a minha wake up call. Foi o que faltava para passar do estado em que sabia que devia mudar, para o estado em que estou - querer e estar disposta a fazê-lo.

Ontem comecei a dieta. Enchi-me de coragem e comecei, sem arranjar desculpas (amanhã vou para fora e no fim de semana são os anos do marido, e já sei que não vai correr bem, mas 2 dias de dieta seguidos de 3 de não dieta é melhor que nenhum). Fui ao ginásio e fiz body vive. Nem sequer gosto la muito de Body Vive, são demasiados saltinhos e correrias para mim - eu sou mais de Pilates, e cheguei ao fim da aula tonta e sem fôlego. Sinto-me tão incapaz e inadequada no ginásio que dói. E fisicamente também dói. Mas fui.

Hoje ainda quero ver se consigo voltar, antes do descalabro.

Vamos a isso.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Ticker atualizado

Aí, na barra lateral, podem ver o meu ticker de perda de peso atualizado. Pesei-me esta manhã, sem roupa e antes de comer para ver o peso real: 65,1. Tenho uma loooonga caminhada pela frente. Vamos a isto!

terça-feira, 21 de maio de 2013

Voltei ao ginásio... e ia morrendo!

Bem, a verdade é que no ano de 2013, esta foi apenas a 2.ª vez que pus os pés no ginásio. As consequências não se fizeram esperar.
 - estou a pesar mais do que quando entrei no ginásio. A balança deles (comigo vestida e calçada e a meio da tarde) marcava uns ominosos 66,6 Kg;
 - o perímetro abdominal também está maior do que quando entrei.
Não é que já não soubesse que tinha engordado. A roupa e o espelho dizem-me isso mesmo todos os dias. O stress, o trabalho fora de horas e as refeições fora de casa, associadas ao sedentarismo, não podiam ter outro resultado.
 - não consegui fazer quase nada. Senti-me totalmente incapaz, a falhar redondamente em todos os exercícios.

Agora que parece (mas bem sei que já disse o mesmo noutras alturas) que a minha vida pode estar a ficar mais calma e organizada, quero ver se regresso ao ginásio, e volto a comer um pouco melhor. Nos últimos dias já comecei a fazer uma alimentação mais equilibrada. Não consigo entrar a matar na dieta, mas pelo menos estou a comer menos porcarias.
É desta que este objetivo volta a estar na agenda. Perda de peso, aqui vou eu outra vez.


segunda-feira, 20 de maio de 2013

A Susy

Ia apadrinhar o Danko. Lembram-se dele? Ficou no meu coração desde aquele dia triste, pouco depois da morte do meu Tommy, em que caí na tentação de ver o site da União Zoófila.
Ia apadrinhar o Danko, mas descobri que já tinha sido adotado. Fiquei num misto de emoções. Feliz por ter encontrado uma casa, desejando muito que seja uma boa casa e que tenha uma vida feliz. Triste por essa casa não ser a minha. Nem sei explicar porque me afeiçoei assim a um bichinho que não conheço.
Então não «amadrinhei» o Danko. Mas há tantos, tantos animais a precisar de ajuda na UZ... que não podia simplesmente virar as costas sem ajudar nenhum.

Esta é a Suzy, a minha novíssima afilhada. É uma gatinha linda, parecida com o meu Eddie, e pelo que dizem, um doce de bichinho. Por favor ajudem a encontrar uma casa às direitas para ela!


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