terça-feira, 7 de junho de 2011

Estamos a tentar inverter a coisa

(indecentemente roubado daqui)

... Um pouco mais de 2/3 das malfadas provas estão corrigidas....
Depois faltam outros tantos trabalhos de mestrado para avaliar. Esses mais demorados. Ai, que lá se vai o fim de semana prolongado por água abaixo. Faço questão de tirar pelo menos dois dias para mim, por isso, mãos à obra.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Ai...


... A minha motivação anda pelas ruas da amargura... E tenho tantas provas para corrigir... Vou ali amuar e já volto.

domingo, 5 de junho de 2011

Desencanto

Claro que tudo na vida em sociedade é política. Claro que a política partidária é o único caminho que temos, ou pelo menos, o melhor dos maus sistemas, como dizia o Churchil. Claro que termos a possibilidade de exprimir livremente o nosso voto é das coisinhas melhores que a democracia nos oferece. Assumo estes pressupostos todos.
Mas desta vez... confesso...
(e entristece-me fazê-lo)
pouco me importa quem ganhe.
Porque estou convencida de que de uma maneira ou de outra será igual. Agora a dúvida é: votar útil, seja lá isso o que for, votar no partido dos animaizinhos, só porque sim, ou votar em branco, por falta de melhor opção.
Logo à noite saberemos quem é o senhor que se segue. Mas hoje já sabemos (eu pelo menos, julgo saber) que não vai ser muito bom (seja ele quem for).

sábado, 4 de junho de 2011

Coisas boas

Se há uma coisa, acima de todas as outras, de que eu gosto no meu trabalho, é de orientar mestrandos (agora também doutorandos). Dá uma trabalheira do camandro (cada vez mais aprecio os meus orientadores queridos e vitalícios, que tanto me aturaram), mas também dá imensa satisfação.
Sou uma orientadora galinha, daquelas que gostam de andar com os orientandos ao colo, mas também lhes dão umas bicadas se eles se tresmalharem muito. Gosto de andar com os meus meninos (quase todos mais velhos que eu, mas isso não importa nada) atrás nas conferências, e de vê-los apresentar os trabalhos deles e crescer como investigadores.
E gosto mais ainda de os ver chegar ao fim, e defender os trabalhos deles em provas públicas. E ficar bem, como só podiam ficar, porque também não lhes dei hipótese de não saber o que estavam a fazer durante o percurso.
Ontem defenderam as teses (já são mestres) as duas últimas orientandas que foram minhas alunas no meu primeiro ano como professora. Desconfio que aprendi tanto com elas como elas comigo. Daqui a duas semanas, defende a primeira da segunda leva! E com ela, já vão 9 mestres que ajudei a chegarem até esse grau.
Vim de lá orgulhosa, babada, e muito mimada pelas minhas meninas. E numa altura em que ando tão triste e desmotivada, nem elas sabem a importância que isso teve para mim.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Ai o orçamento...


Este mês estou farta de me portar mal.
Foi, na ida ao Porto, um exagero de jantaradas. Foi a inscrição em mais um congresso. Foram umas compras na staples para os concursos em que estou envolvida - tudo bem que são compras para evitar ficar no desemprego, mas não deixei de gastar uma batelada. E ontem, já não aguentava os meus pés...
É que eu tenho uns daqueles pés que se queixam de tudo, fazem feridas por tudo, e dão dores por tudo. Usar sapatos bonitos é uma coisa que está quase fora de questão. Comprar sapatos, para mim, é um transtorno e uma frustração, não um prazer. Com tudo isso, costumo ter poucos pares de sapatos (sempre das marcas mais ortopédicas) que uso até morrerem de velhos. Neste momento, ando com grandes problemas nesse departamento. Do ano passado, sobreviveram umas sandálias altas (tudo o resto se desintegrou), que tenho tentado usar, mas como não tenho podido variar, não consigo que os pés se habituem a elas e ando cheia de bolhas e feridas. Para descansar, tenho usado sapatos rasos. Mas com este calor, quem é que aguenta sapatos e meias e tudo? Tinha comprado outro par, que inicialmente me parecia muito confortável, mas com o qual não consigo dar mais de 30 passos se me começar a doer.
E ontem não aguentei. Comprei umas sandálias rasas e outras de salto cunha médio, que me parecem confortáveis. Nem sequer foram muito caras, mas este mês as derrapagens têm se somado, e estou a ver que os objectivos vão ficar por cumprir.