sexta-feira, 29 de abril de 2011
A revolução
Vejam lá a ideia revolucionária a que o meu post sobre trabalho flexível se associou,
Aqui!
Quem quiser contribuir com um texto, pode dar ideias aqui.
Depilação Luz Pulsada - o regresso
Ando mesmo satisfeita com a experiência!
A primeira vez que fiz esta depilação, experimentei só nas axilas. Quis experimentar numa só área, menos sensível, não fosse a coisa correr mal!
Ao fim de uma semana, uma semana e meia, os pelos começaram a cair. Passei uma gilette (só se pode usar métodos de corte, entre as sessões e IPL) uma única vez durante 1 mês. E não só cresceram muito poucos pelos, como aqueles que cresceram vieram muito mais finos e de crescimento lento.
Hoje, passado um mês, voltei à carga. Enchi-me de coragem, e fiz axilas e virilhas. As axilas doeram um bocado - já da primeira vez tinha doído, mas valeu tanto a pena - agora as virilhas... Bem... uma verdadeira tortura. Contorci-me tanto, que saí de lá com uma sessão de abdominais feita! Mas ainda assim estou fã. Se correr tão bem nas virilhas como correu nas axilas, dou-me por feliz.
Para o mês que vem, já tenho sessão marcada, e - oh happy day - se continuar assim, não vou precisar de repetir já as axilas.
Estou a ficar sem pelos e adoro. O sofrimento compensa, com a quantidade de sessões de cera (e respectiva dor) que me vai evitar. E em 15 minutos, já passou.
Recomendo vivamente.
A primeira vez que fiz esta depilação, experimentei só nas axilas. Quis experimentar numa só área, menos sensível, não fosse a coisa correr mal!
Ao fim de uma semana, uma semana e meia, os pelos começaram a cair. Passei uma gilette (só se pode usar métodos de corte, entre as sessões e IPL) uma única vez durante 1 mês. E não só cresceram muito poucos pelos, como aqueles que cresceram vieram muito mais finos e de crescimento lento.
Hoje, passado um mês, voltei à carga. Enchi-me de coragem, e fiz axilas e virilhas. As axilas doeram um bocado - já da primeira vez tinha doído, mas valeu tanto a pena - agora as virilhas... Bem... uma verdadeira tortura. Contorci-me tanto, que saí de lá com uma sessão de abdominais feita! Mas ainda assim estou fã. Se correr tão bem nas virilhas como correu nas axilas, dou-me por feliz.
Para o mês que vem, já tenho sessão marcada, e - oh happy day - se continuar assim, não vou precisar de repetir já as axilas.
Estou a ficar sem pelos e adoro. O sofrimento compensa, com a quantidade de sessões de cera (e respectiva dor) que me vai evitar. E em 15 minutos, já passou.
Recomendo vivamente.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Trabalhar em casa
Dos últimos 4 anos, passei 3 a trabalhar maioritariamente a partir de casa. Primeiro, durante 2 dos anos do doutoramento, e agora, a trabalhar «propriamente dito».
É uma situação de que gosto, e que traz um conjunto de vantagens muito grande, mas, como referi no último post, alguns inconvenientes.
Durante o doutoramento, a principal dificuldade era ao nível da motivação. Com uma meta tão longínqua - a 3 anos de distância - é fácil colocar todas as prioridades à frente da prioridade real. No primeiro ano, em particular, desperdicei muito tempo, procrastinei muito.
Agora que estou a trabalhar não tenho tanto esse problema. Os objectivos normalmente são para ontem, e tenho sempre uma extensa to do list, à qual tenho que fazer face, o que ajuda a manter-me na linha.
Ainda assim, o facto de estar em casa faz com que mais facilmente tire um dia ou dois de «sorna», mesmo que não devesse. As distracções são muitas e fáceis! Toda a gente sabe que há sempre alguma coisa a fazer numa casa, sempre alguma coisa a comprar para o jantar, sempre alguma coisa a dar na televisão... Na enorme maioria dos dias isso não é um problema, mas quando o cansaço aperta, e a motivação está mais em baixo, essas tentações tornam-se inescapáveis.
Acresce a isso, com a mudança, que estar quase sempre em casa não faz maravilhas pela minha vida social! Estar numa cidade nova, onde quase não se conhece ninguém, e só ver os colegas de trabalho de vez em quando não ajuda a estreitar relações e conhecer pessoas. Quando estava na cidade onde estudei, isso não era um problema, porque vida social e amigos não me faltavam, pelo que não conhecer novas pessoas não era drama nenhum, mas aqui, de facto, dificulta um pouco as coisas.
Por outro lado, as pessoas têm alguma tendência a pensar que, como trabalhamos em casa, é como se não trabalhássemos a sério, e tendem a levar a mal ou a não compreender quando não estamos sempre disponíveis, para tudo, e logo. Os horários podem ser flexíveis, mas existem - pelo menos no sentido em que o trabalho tem que ser feito, e se não for, não podemos andar por aí a laurear a pevide!
Também tenho sentido que a distinção entre trabalho e lazer se esbateu muito. Como os espaços são os mesmos, acontece muito trabalhar de noite e aos fins-de-semana, e nunca ter tempo verdadeiramente livre.
Agora as vantagens:
A bela da flexibilidade de horário. Gosto tanto! Raramente tenho que me levantar antes das 10/11h da manhã, o que para mim é perfeito. Sou daquelas pessoas que se não dorme bem, e muito, fica insuportável e não faz nada de jeito todo o dia. Este horário à minha medida permite-me ser muito mais produtiva.
Outra das maravilhas do horário flexível é: conseguir ir aos bancos, repartições públicas, consultas médicas e outras coisas que só acontecem em horário de expediente, sem dramas. Poder ir ao supermercado a meio da manhã ou da tarde - isto é - sem filas para pagar, sem confusão, com os corredores arrumados, e os produtos fresquinhos nas prateleiras. O mesmo para outro tipo de compras. Poder ir aos correios levantar cartas registadas e afins, sem stress. Poder trabalhar menos hoje e compensar amanhã, sempre que quiser.
Não ter que almoçar fora muitas vezes, com o que isso significa de poupança, e de benefícios para a saúde.
Conseguir por a roupa a secar, fazer pão e iogurtes em casa, e outras coisas do estilo, sem perder muito tempo.
Fazer sempre o jantar em casa, com tempo, e sem telefonemas de última hora a qualquer take away a torto e a direito.
Não perder horas a fio nos transportes - o que aqui em Lisboa é o drama n.º 1 de todos os dias e retira todo o tempo de lazer a muita gente. Além da qualidade de vida que isso me dá, também é uma boa poupança em gasóleo, portagens e/ou passes.
Basicamente consigo levar uma vida mais ao meu ritmo, e mais equilibrada. Consigo fazer coisas pela minha família que de outra forma seriam impossíveis (ou pelo menos, muito difíceis). Nunca/quase nunca tenho chatices com colegas. Se há distractores em casa, também os há nos escritórios - tanto que normalmente os dias em que tenho que ir presencialmente ao trabalho são os dias em que sinto que perco tempo - nos transportes, nas conversas (que também são precisas), em reuniões...
Feitas as contas, gosto muito de trabalhar em casa, e nem quero pensar - pelo menos se não for obrigada a isso - em mudar de vida!
É uma situação de que gosto, e que traz um conjunto de vantagens muito grande, mas, como referi no último post, alguns inconvenientes.
Durante o doutoramento, a principal dificuldade era ao nível da motivação. Com uma meta tão longínqua - a 3 anos de distância - é fácil colocar todas as prioridades à frente da prioridade real. No primeiro ano, em particular, desperdicei muito tempo, procrastinei muito.
Agora que estou a trabalhar não tenho tanto esse problema. Os objectivos normalmente são para ontem, e tenho sempre uma extensa to do list, à qual tenho que fazer face, o que ajuda a manter-me na linha.
Ainda assim, o facto de estar em casa faz com que mais facilmente tire um dia ou dois de «sorna», mesmo que não devesse. As distracções são muitas e fáceis! Toda a gente sabe que há sempre alguma coisa a fazer numa casa, sempre alguma coisa a comprar para o jantar, sempre alguma coisa a dar na televisão... Na enorme maioria dos dias isso não é um problema, mas quando o cansaço aperta, e a motivação está mais em baixo, essas tentações tornam-se inescapáveis.
Acresce a isso, com a mudança, que estar quase sempre em casa não faz maravilhas pela minha vida social! Estar numa cidade nova, onde quase não se conhece ninguém, e só ver os colegas de trabalho de vez em quando não ajuda a estreitar relações e conhecer pessoas. Quando estava na cidade onde estudei, isso não era um problema, porque vida social e amigos não me faltavam, pelo que não conhecer novas pessoas não era drama nenhum, mas aqui, de facto, dificulta um pouco as coisas.
Por outro lado, as pessoas têm alguma tendência a pensar que, como trabalhamos em casa, é como se não trabalhássemos a sério, e tendem a levar a mal ou a não compreender quando não estamos sempre disponíveis, para tudo, e logo. Os horários podem ser flexíveis, mas existem - pelo menos no sentido em que o trabalho tem que ser feito, e se não for, não podemos andar por aí a laurear a pevide!
Também tenho sentido que a distinção entre trabalho e lazer se esbateu muito. Como os espaços são os mesmos, acontece muito trabalhar de noite e aos fins-de-semana, e nunca ter tempo verdadeiramente livre.
Agora as vantagens:
A bela da flexibilidade de horário. Gosto tanto! Raramente tenho que me levantar antes das 10/11h da manhã, o que para mim é perfeito. Sou daquelas pessoas que se não dorme bem, e muito, fica insuportável e não faz nada de jeito todo o dia. Este horário à minha medida permite-me ser muito mais produtiva.
Outra das maravilhas do horário flexível é: conseguir ir aos bancos, repartições públicas, consultas médicas e outras coisas que só acontecem em horário de expediente, sem dramas. Poder ir ao supermercado a meio da manhã ou da tarde - isto é - sem filas para pagar, sem confusão, com os corredores arrumados, e os produtos fresquinhos nas prateleiras. O mesmo para outro tipo de compras. Poder ir aos correios levantar cartas registadas e afins, sem stress. Poder trabalhar menos hoje e compensar amanhã, sempre que quiser.
Não ter que almoçar fora muitas vezes, com o que isso significa de poupança, e de benefícios para a saúde.
Conseguir por a roupa a secar, fazer pão e iogurtes em casa, e outras coisas do estilo, sem perder muito tempo.
Fazer sempre o jantar em casa, com tempo, e sem telefonemas de última hora a qualquer take away a torto e a direito.
Não perder horas a fio nos transportes - o que aqui em Lisboa é o drama n.º 1 de todos os dias e retira todo o tempo de lazer a muita gente. Além da qualidade de vida que isso me dá, também é uma boa poupança em gasóleo, portagens e/ou passes.
Basicamente consigo levar uma vida mais ao meu ritmo, e mais equilibrada. Consigo fazer coisas pela minha família que de outra forma seriam impossíveis (ou pelo menos, muito difíceis). Nunca/quase nunca tenho chatices com colegas. Se há distractores em casa, também os há nos escritórios - tanto que normalmente os dias em que tenho que ir presencialmente ao trabalho são os dias em que sinto que perco tempo - nos transportes, nas conversas (que também são precisas), em reuniões...
Feitas as contas, gosto muito de trabalhar em casa, e nem quero pensar - pelo menos se não for obrigada a isso - em mudar de vida!
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Parecendo que não
As «férias» ainda serviram para dar um empurrãozinho à minha vontade de trabalhar, o que é óptimo porque: a) ando atulhada em trabalho; b) andava sem «pica» nenhuma para o fazer; c) com vontade é mais fácil, e corre melhor.
A verdade é que é uma parvoíce desmotivar numa altura destas. Tenho consciência da sorte que tenho em ter o emprego que tenho. É só que o ano passado foi tão esgotante, que andava mesmo a precisar de uma pausa, assim, quilométrica, para conseguir retomar os meus níveis de energia. E confesso que isto de trabalhar maioritariamente a partir de casa além de vantagens (que são muitas) também tem algumas desvantagens. Mas isso dará um outro post!
Por enquanto, mãos à obra, e toca a aproveitar bem o dia!
terça-feira, 26 de abril de 2011
De regresso
Pois é,
Tudo o que é bom chega a um fim. Também as mini-férias da Páscoa acabaram, e o trabalho não espera mais.
Estes dias foram bons, mas deram para muito, muito pouco!
Tudo o que é bom chega a um fim. Também as mini-férias da Páscoa acabaram, e o trabalho não espera mais.
Estes dias foram bons, mas deram para muito, muito pouco!
Subscrever:
Mensagens (Atom)



